19/09/2024
“Para não dizer que não falei de flores”
“Vem, vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.”
No compliance, as palavras de Geraldo Vandré ressoam como um chamado à ação.
A frase “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer” nos lembra da importância de sermos proativos e assertivos na implementação de práticas éticas e de transparência dentro das organizações.
Até hoje, vemos diversas empresas que se preocupam com o compliance apenas uma crise ou uma denúncia aparecer. Se esquecem que a prevenção é sempre o melhor e mais barato caminho. Esperar crises pode resultar em danos irreparáveis à reputação e aos negócios. É preciso caminhar e agir preventivamente, para garantir que as políticas de compliance estejam enraizadas na cultura da empresa e assim diminuir (e muito) as possibilidades de ocorrência de uma crise ou então seus efeitos.
Penso que compliance não é apenas sobre instituir seguir normas, regulamentos e controle de riscos. Compliance é, acima de tudo, sobre pessoas. É sobre criar um ambiente empresarial onde as “flores” – valores como ética, integridade e respeito – possam florescer. Isso exige que todos, desde a alta direção até os colaboradores, caminhem juntos, de braços dados, em direção a um futuro mais justo e transparente.
Vamos juntos fazer a hora e não esperar o problema surgir para agir. A verdadeira força do compliance está na sua capacidade de prevenir e guiar a organização por caminhos seguros, em que todos saibam que a integridade é inegociável e está enraizada na cultura empresarial, na mente de seus stakeholders.
Compliance coloca pessoas, mais do que os regramentos e controles, no centro de tudo.