27/07/2023
Sabia que é possível ter a filiação socioafetiva reconhecida na justiça mesmo após a morte do pai ou mãe? Entenda mais sobre esse direito!
Muitas vezes, o amor e os laços construídos não envolvem a biologia, sendo desenvolvida uma verdadeira relação paterno-filial sem o mesmo DNA.
Nesses casos, a justiça reconhece a filiação socioafetiva. Mas o que fazer se os pais forem falecidos?
O primeiro passo é buscar um advogado especializado em Direito de Família capaz de orientar e ajudar durante todo o processo.
Juntos, vocês irão reunir documentos e provas que comprovem a relação afetiva, como fotos, mensagens e depoimentos de pessoas próximas.
Com base nessas evidências, o advogado irá solicitar o reconhecimento da filiação socioafetiva pós-morte por meio de um processo, que seguirá o trâmite judicial normal, com prazos, audiências e análise das provas.
O juiz será responsável por avaliar todas as informações e tomar uma decisão. Caso acolhe o pedido, haverá oficialmente o reconhecimento da filiação socioafetiva, com todos os direitos e deveres que isso acarreta.
É uma forma de honrar e manter vivo o legado afetivo deixado pela pessoa querida que partiu!
Mas atenção! Como cada caso é único, o processo pode variar conforme as particularidades.
Existe, inclusive, situações de reconhecimento da filiação socioafetiva após a morte, diretamente no cartório - de forma extrajudicial.
Para entender essa possibilidade, entre em contato com uma equipe de advogados especializados. Não deixe de buscar os seus direitos!