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Filho pode escolher com quem morar?Muita gente acredita que, ao atingir certa idade, o filho pode simplesmente escolher ...
17/06/2026

Filho pode escolher com quem morar?
Muita gente acredita que, ao atingir certa idade, o filho pode simplesmente escolher com quem quer morar após a separação dos pais. Mas será que é assim mesmo que funciona?

A verdade é que a opinião do filho é levada em conta pelo juiz, mas não é o único fator.

No direito brasileiro, não existe uma idade fixa em que o filho “passa a escolher” livremente. O que a lei prevê é que, a partir dos 12 anos, a criança ou adolescente tem direito de ser ouvida em processos de guarda (ou seja, deve ser ouvida em audiência, se quiser). Porém, a decisão final sempre deve considerar o melhor interesse do menor, analisando todo o contexto familiar.

Em quais situações o juiz considera a vontade do filho?

Quando o filho demonstra maturidade para expressar seus desejos;

Se há indícios de alienação parental ou ambiente inadequado;

Quando a convivência com um dos pais pode ser prejudicial ao desenvolvimento do filho.
Importante:
A vontade do filho é relevante, mas não é absoluta. O juiz pode decidir de forma diferente se entender que essa escolha não é a melhor para a criança ou adolescente.

Resumo:

A partir dos 12 anos, o filho deve ser ouvido, mas não “escolhe livremente”;

O juiz sempre prioriza o melhor interesse da criança/adolescente;

Cada caso é analisado individualmente.
Ficou com dúvida? Salve este post e compartilhe com quem precisa saber disso!

Agora é lei: a partir de 26/05/2026, o INSS tem prazo máximo de 30 dias para analisar e conceder o salário-maternidade q...
27/05/2026

Agora é lei: a partir de 26/05/2026, o INSS tem prazo máximo de 30 dias para analisar e conceder o salário-maternidade quando o benefício for pago diretamente pela Previdência Social (Lei nº 15.415/2026).

O que isso significa na prática?
Se o INSS não concluir a análise dentro desse prazo, o benefício deve ser implantado de forma provisória e automática. Ou seja, a mãe começa a receber o salário-maternidade mesmo antes da conclusão definitiva do pedido, uma garantia fundamental para quem não pode esperar meses pela resposta.

E depois que começa a receber?
O INSS pode continuar analisando o processo e, caso comprove que todos os requisitos foram cumpridos, o benefício provisório se torna definitivo. Se, por outro lado, ficar comprovado que a segurada não tinha direito, o benefício é cessado imediatamente.

Precisa devolver o que já recebeu?
A lei foi clara: só haverá devolução dos valores pagos provisoriamente se ficar comprovada má-fé da beneficiária. Quem recebe de boa-fé não será obrigada a devolver os valores, mesmo que o benefício seja cancelado depois.

Atenção: a regra vale apenas para salário-maternidade pago diretamente pelo INSS. Nos casos em que a empresa antecipa o pagamento e depois compensa, a regra não se aplica.

Ficou com dúvidas ou quer garantir que seu pedido seja feito corretamente, evitando surpresas e exigências futuras? Busque orientação jurídica especializada e proteja seu direito ao benefício.

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Muita gente acredita que existe um valor fixo para pensão alimentícia, mas na verdade cada caso é analisado individualme...
26/05/2026

Muita gente acredita que existe um valor fixo para pensão alimentícia, mas na verdade cada caso é analisado individualmente pelo juiz. O valor leva em conta as necessidades da criança e as possibilidades de quem paga, sempre buscando equilíbrio e justiça.

Por isso, é importante apresentar documentos que comprovem renda, despesas e necessidades do filho. Assim, o juiz pode definir um valor justo para todos.

Ficou com dúvidas sobre pensão? Comente aqui ou fale comigo por mensagem!

Sim, na guarda compartilhada, o pagamento de pensão alimentícia é obrigatório, independentemente do tipo de guarda estab...
17/03/2025

Sim, na guarda compartilhada, o pagamento de pensão alimentícia é obrigatório, independentemente do tipo de guarda estabelecido. A responsabilidade de sustento dos filhos é um dever dos pais e não se altera com o regime de guarda.

É importante esclarecer que a guarda compartilhada não significa que a criança passará exatamente metade do tempo com cada genitor. Na prática, ela geralmente tem um lar de referência, onde reside a maior parte do tempo, enquanto o outro genitor mantém o direito de convivência.

Assim, mesmo com a guarda compartilhada, o genitor continua obrigado a pagar pensão alimentícia, garantindo que a criança tenha suas necessidades atendidas de forma adequada.

Endereço

São Paulo
Mogi Das Cruzes, SP

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