22/04/2026
Com o avanço das tecnologias de Inteligência Artificial em 2026, os criminosos estão utilizando vídeos e áudios falsos (deepfakes) para enganar correntistas e realizar transferências vultosas. Muitas instituições financeiras negam o reembolso, alegando que a transação foi feita com senha ou biometria.
No entanto, o Judiciário tem consolidado que os bancos possuem o dever de manter sistemas de segurança capazes de detectar padrões de fraude tecnológica.
A solução jurídica para quem sofreu esse prejuízo é a Ação de Indenização por Falha na Prestação de Serviço, baseada no Código de Defesa do Consumidor.
Através de uma liminar, é possível buscar a suspensão de parcelas de empréstimos fraudulentos e a restituição integral dos valores subtraídos, além de indenização por danos morais.
Se você ou sua empresa foram vítimas da nova criminalidade digital, busquem orientação jurídica especializada para reaver seu patrimônio.