17/08/2026
A Ney Campos participou no dia 6 de agosto da 14ª Caravana Nacional da Cooperação Judiciária, evento promovido pelo CNJ, que reuniu representantes do Judiciário e do setor privado para discutir temas relacionados à cooperação judiciária e ao enfrentamento da litigância abusiva.
Entre os principais temas debatidos, destacaram-se os setores de saúde e sistema financeiro, áreas que concentram elevado volume de demandas judiciais e que exigem especial atenção quanto aos impactos da litigância abusiva.
Na área da saúde, o debate ganha ainda maior relevância, considerando que decisões judiciais e demandas indevidas podem impactar diretamente a disponibilidade de recursos e a capacidade de atendimento do sistema. O enfrentamento da litigância abusiva busca justamente preservar o acesso à assistência médica para aqueles que realmente necessitam, garantindo que os recursos sejam direcionados a tratamentos e pacientes que efetivamente demandam atendimento.
Nesse contexto, combater a litigância abusiva não significa limitar o direito de acesso à Justiça ou impedir que pacientes busquem judicialmente tratamentos necessários. Ao contrário, significa fortalecer mecanismos capazes de diferenciar as demandas legítimas daquelas que utilizam o sistema de forma inadequada, evitando que o excesso de judicialização comprometa a prestação de serviços médicos e prejudique pacientes que aguardam por atendimento, procedimentos ou tratamentos essenciais.
No sistema financeiro, a discussão também se mostra fundamental para que a atuação do Judiciário contribua para o equilíbrio e a sustentabilidade do Sist. Financ.Nacional. O tratamento adequado das demandas, especialmente diante de situações de litigância abusiva, é importante para evitar distorções, preservar a segurança das relações jurídicas e garantir a continuidade e a adequada prestação dos serviços financeiros à sociedade.
A participação da Ney Campos no evento reforça seu compromisso com o acompanhamento de discussões relevantes para a atuação jurídica, contribuindo para o aprimoramento das estratégias, a identificação de boas práticas e a construção de uma relação cada vez mais eficiente e responsável com o Judiciário.