07/12/2025
Hoje, a linha de chegada da Volta Internacional da Pampulha não marcou apenas o final de 18 quilômetros; ela selou o término de um ciclo muito mais significativo.
Em um ano que começou com seus próprios desafios e tempestades, cruzar essa meta representa a vitória da persistência e a celebração de um retorno inadiável.
2025 foi um ano difícil, sim. Mas foi exatamente nas dificuldades que encontrei a força para apertar o cadarço e ir de encontro ao asfalto. Foi um ano de reconstrução, onde a intensidade dos treinos não foi apenas física, mas principalmente emocional.
Cada quilômetro percorrido foi um passo para retomar o lugar que sempre foi meu: o de corredor!
Me estabelecer novamente nas corridas não é apenas sobre o pace ou o tempo final; é sobre reafirmar um compromisso comigo mesmo, com a saúde, e com a paixão que a modalidade carrega. É olhar para trás e ver que o esforço valeu a pena. A dor do treino virou resiliência, e a dúvida foi substituída pela certeza de que pertenço a esse universo.
A gratidão transborda ao fechar este ciclo. Gratidão ao corpo que, mesmo cansado, respondeu ao chamado. Gratidão à mente que se manteve focada e firme. E gratidão, acima de tudo, pela oportunidade de correr, de sentir o vento no rosto e o coração pulsando forte, reestabelecendo de vez essa minha conexão essencial com a estrada.
Que venha 2026, com novos desafios e mais estradas a percorrer, mas com a base sólida e o coração aquecido pelas conquistas e pelo retorno triunfal de 2025.
A volta por cima sempre tem a sua própria medalha!