Ana Carolina Fleury - Advocacia para mulheres

Ana Carolina Fleury - Advocacia para mulheres A advocacia para mulheres é disruptiva, ativa e humanizada. Visa a proteção e defesas que se base

20/03/2026

Convidamos você para o curso presencial “Advocacia com Perspectiva de Gênero: Estratégias Práticas na Defesa de Mulheres”, no Núcleo ESA Ribeirão Preto.

Este curso foi integralmente estruturado com foco na prática, a partir da nossa atuação diária na defesa de mulheres em situação de violência. Nós, Ana Carolina Fleury, Vanessa Senra e Lise Póvoa, estaremos juntas na condução das aulas, oferecendo uma abordagem técnica, estratégica e comprometida com a perspectiva de gênero.

Ao longo dos encontros, vamos aprofundar a aplicação da Lei Maria da Penha, compreender as dinâmicas da violência de gênero e desenvolver uma atuação jurídica mais humanizada, ética e combativa.

As aulas acontecerão nos dias 14, 15 e 16 de abril, das 19h às 22h, em formato presencial.

Será um espaço de formação, troca e fortalecimento da atuação profissional. Esperamos você.

11/03/2026

A nossa vida está sendo discutida no Senado e ainda tem gente tratando isso como algo sem importância.

O projeto que criminaliza a misoginia enfrenta resistência justamente de quem insiste em chamar o ódio contra mulheres de “liberdade de expressão”. Enquanto isso, nas redes sociais, perfis que lucram espalhando misoginia continuam sendo seguidos, compartilhados e financiados.

Perfis ligados ao discurso red pill:
Breno Faria (Café com Teu Pai)
Thiago Schutz
Gabriel Breier
Rafael Aires
Junior Masters
Renato Trezoitão
Ruyter
Alexandre Paiva

Senadores que atrasaram a tramitação do projeto que criminaliza a misoginia:
Flávio Bolsonaro
Eduardo Girão
Alan Rick
Carlos Portinho
Jorge Seif
Luís Carlos Heinze
Magno Malta
Márcio Bittar
Marcos Rogério
Rogério Marinho
Wilder Morais

Misoginia não é opinião. É o discurso que sustenta a violência que chega todos os dias até nós.

Comente e compartilhe!

06/03/2026

As últimas notícias não são coincidência.
Elas são o espelho de um sistema que falhou, e ainda falha, com as mulheres.

Abrir o noticiário e encontrar casos de estupro coletivo, ameaças em universidades e feminicídios em plena luz do dia não é apenas triste. É sintoma de uma cultura que naturaliza o intolerável e de instituições que, muitas vezes, oferecem silêncio onde deveria existir proteção.

Ser mulher no Brasil não pode ser uma sentença de medo.

Neste mês de março, o PFS Advogadas reforça: flores não salvam vidas. O que salva são políticas públicas, rede de proteção funcionando, educação sobre gênero e responsabilização de quem comete violência.

Histórias não podem continuar sendo interrompidas.
Viver sem violência não é privilégio. É direito.

Se esse vídeo fez sentido para você, compartilhe. A mudança também começa quando a gente se recusa a silenciar.

26/02/2026

Será que um processo resolve tudo na vida de alguém?

É sobre isso que falamos nesse vídeo. Sobre o que o Direito pode organizar, e sobre aquilo que nenhuma sentença é capaz de transformar.

Vem entender sobre isso?

24/02/2026

São 94 anos da conquista do voto feminino no Brasil. Mas não basta comemorar. É preciso lembrar que esse direito não foi presente, foi luta.

Quando mulheres governam, as prioridades na política se transformam. Maternidade, segurança, violência, trabalho, ciência, economia, cuidado e meio ambiente passam a ser discutidos com outra perspectiva. Tudo é atravessado pelo gênero.

Não é normal um país com tantos casos de violência política de gênero.
Não é normal um país com tantos casos de violência de gênero.
Não é normal um país com tantos casos de violência.

Democracia vai muito além de apertar um botão na urna. Fazer política é um compromisso diário. E pensar 2026 de forma estratégica também é parte desse compromisso.

Eleger mais mulheres, e mulheres comprometidas com nossas causas, é fortalecer a democracia.

23/02/2026

“Você está exagerando.”
“É coisa da sua cabeça.”
“Isso é normal.”

É assim que muitas violências começam: sendo minimizadas.

No Podcast Mais Mulher, falamos sobre como identificar sinais que parecem “pequenos”, mas fazem parte de um ciclo maior: isolamento, manipulação, descrédito e gaslighting.

Mulheres são ensinadas a duvidar do que sentem. A chamar de exagero aquilo que é instinto. A se calar para não serem vistas como “dramáticas” ou “fofoqueiras”.

Mas aqui vai um ponto essencial: acredite nos seus incômodos. Eles não são fraqueza. São alerta.

Buscar informação é ferramenta de proteção. Conversar entre mulheres é estratégia de sobrevivência. E não, isso não é fofoca. É rede de apoio.

Obrigada ao pelo espaço de diálogo tão necessário.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve e envie para outra mulher.



Publicação em colaboração com:




20/02/2026

O que aconteceu no TJ de Minas Gerais é uma aberração jurídica. Um homem de 35 anos, com passagens por homicídio e tráfico, foi ABSOLVIDO após viver um “núcleo familiar” com uma criança de 12 anos, segundo o judiciário.

Dá para acreditar? A lei é cristalina (Art. 217-A do CP) e o STJ já consolidou na Súmula 593: criança com menos de 14 anos NÃO CONSENTE. Não importa se a família sabia, não importa se ela já teve outros parceiros e muito menos se ela “aceitou”. Mas em Minas, decidiram que o crime vira casamento se tiver “afeto”.

O que os desembargadores chamaram de união, a psicologia chama de grooming: uma manipulação tão perversa que faz a criança acreditar que o abuso é amor porque, nas palavras da própria vítima, “pelo menos ele não me agride”.

Isso é a prova viva de que o Direito não é neutro. Se quem te defende não tem perspectiva de gênero, o sistema vai continuar transformando agressores em “maridos” e vítimas em culpadas.

Justiça para essa menina. Justiça para nossas crianças.

17/02/2026

No dia 14/02/26 foi ao ar minha participação na , falando sobre Carnaval e segurança para as mulheres.

Na entrevista, destaquei que a violência contra mulheres não é um problema individual, mas uma questão coletiva e estrutural. Precisamos puxar a responsabilidade para o Estado como um todo, porque não se enfrenta violência de gênero apenas com discursos, mas com políticas públicas efetivas.

Eu não gostaria de ter que falar sobre isso. Não quero que mulheres precisem viver em estado de alerta em uma época tão potente e festiva como o Carnaval. Mas a realidade impõe esse debate: Goiás foi apontado como o sexto estado com mais registros de violência contra a mulher e, no Brasil, quatro mulheres são mortas por dia em contexto de violência.

Para assistir à matéria completa, basta acessar o canal da PUC TV Goiás ou clicar no link a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=-79sN1QBC4A. Agradeço o espaço e lembrança do meu nome. ♥️

Um dia essas entrevistas não serão mais necessárias. Enquanto são, seguimos no nosso compromisso de luta pelos nossos direitos.

Endereço

Goiânia, GO

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