EntreRios Gestão de Negócios

EntreRios Gestão de Negócios Fundada em 2007, a empresa oferece oferece com excelência todo e qualquer serviço relacionado a importação e exportação de mercadorias.

A ENTRERIOS é uma empresa localizada na cidade de Florianópolis e possui como principal atividade a gestão de importação e exportação de mercadorias, conduzindo todo o processo de importação, desde a procura por um fornecedor confiável, passando pela contratação do frete, seguro e desembaraço aduaneiro, prestando assessoria e fazendo um estudo da operação antes da realização da mesma, tanto no asp

ecto tributário como no jurídico e comercial. A empresa tem como finalidade viabilizar a concretização de negócios, seja na esfera nacional ou internacional, trabalhando sempre com parceiros de confiança seriedade e credibilidade.

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12/03/2013

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REAL LIDERA QUEDA ENTRE AS PRINCIPAIS MOEDAS NO ANO!A maioria dos gestores brasileiros ouvidos pelo Valor disseram que n...
10/07/2012

REAL LIDERA QUEDA ENTRE AS PRINCIPAIS MOEDAS NO ANO!

A maioria dos gestores brasileiros ouvidos pelo Valor disseram que não têm mantido posições em real, diante dos receios com as intervenções do governo no câmbio. "O esforço do governo em manter a moeda desvalorizada para dar mais competitividade à indústria impede que eu aposte no real", afirma Gustavo Schwartzmann, da Credit Suisse Hegding-Griffo.

Apesar disso, o Bank of America Merrill Lynch tem recomendado aos investidores a manutenção das posições na moeda brasileira. "Esperamos que o Banco Central intervenha comprando dólares se a moeda recuar abaixo de R$ 1,90 e vendendo a divisa se ela se valorizar acima de R$ 2,10", diz Claudio Irigoyen, estrategista de renda fixa para a América Latina do BofA Merrill Lynch.

O Banco Central já movimentou US$ 16,882 bilhões em contratos de swap cambial - que equivalem a uma venda futura da moeda americana - desde 18 de maio, quando voltou a fazer esse tipo de operação com o objetivo de impedir que uma valorização muito forte do dólar pudesse afetar a inflação.

"Em nossa visão, um cenário em que o dólar ultrapassasse o patamar de R$ 2,10 envolveria uma grande deterioração das condições globais, impactando na atividade doméstica e na preocupação com a inflação. No entanto, o anúncio do encontro na Europa na semana passada reduziu essa probabilidade", destacaram os analistas do banco em relatório publicado no começo do mês.

Desde 2010, o governo brasileiro adotou uma série de medidas, que incluem o aumento de impostos para aplicações de estrangeiros em renda fixa, para conter a valorização da moeda brasileira.

Com a piora do cenário global, no entanto, o governo tem buscado remover algumas dessas medidas. Em junho o governo anunciou que as operações de captação externa com prazo superior a dois anos não mais estariam sujeitas à alíquota extra de 6% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Para o BofA Merrill Lynch, o governo poderia reduzir novamente o IOF para essas operações e eventualmente reduzir o imposto para as aplicações em renda fixa, caso a pressão para a desvalorização do real seja retomada. "Seria mais provável um corte dos atuais 6 % para algo em torno de 2%, do que a eliminação total do imposto, devido ao risco de saídas", apontam os analistas do banco em relatório do início de julho.

A desvalorização do real tem reduzido as operações de "carry trade", em que os investidores tomavam empréstimos em moedas de países com juros muito baixos, como o iene, para aplicar em moedas com taxas de juros mais altas, como o real. "Com a queda da taxa básica de juros, há um apetite menor para essas operações", afirma Irigoyen. A taxa básica de juros no Brasil está em 8,5%, e a expectativa dos analistas é que encerre 2012 em 7,5%.
Fonte: Valor Econômico(10/07/2012)

09/07/2012

PREMIÊ CHINÊS PEDE MEDIDAS FORTES PARA CONTER A DESALECERAÇÃO ECONÔMICA!

O premiê chinês Wen Jiabao alertou ontem para a "imensa pressão descendente" sofrida pela economia da China, na mais clara expressão de preocupação vista até o momento entre o alto escalão dos líderes do país em relação ao acentuado declínio observado nos últimos meses.

Durante uma viagem de inspeção de fim de semana no centro-leste da China, o premiê atribuiu a desaceleração à fraca demanda no exterior, em especial na Europa, que vive uma severa crise. Wen pediu ao governo que "redefina e ajuste suas políticas de maneira mais agressiva", usando ferramentas fiscais e monetárias para compensar os efeitos da desaceleração econômica e transmitir confiança à população.

Entre as recentes medidas do governo para combater a desaceleração está o corte na taxa de juros. Foram três no último mês, o último deles na sexta-feira. Analistas, porém, dizem que o corte terá pouco impacto em estimular o crescimento da segunda maior economia do mundo.

"Não acreditamos que o custo de captação seja alto para a expansão dos investimentos, mas sim que o setor privado perdeu totalmente o interesse em investir", escreveu em nota a clientes D**g Tao, economista-chefe do Credit Suisse para a China. Em sua opinião, o país está em uma "armadilha de liquidez", na qual injeção de recursos e redução da taxa de juros não serão suficientes para dar vigor à economia.

A economista-chefe do UBS para a China, Wang Tao, disse ao Estado que não concorda com o diagnóstico de "armadilha de liquidez", mas coincidiu na avaliação de que a redução dos juros não deverá influenciar a atividade econômica de maneira significativa.

"As empresas não querem realizar empréstimos porque elas não acreditam que podem lucrar com a expansão de seus negócios", observou.

A mesma avaliação é feita por Andrew Sullivan, do banco de investimentos Piper Jaffray. "As empresas não vão investir para exportar porque elas não têm para quem vender", observou Sullivan. No mercado interno, a concorrência é grande e as margens de lucro, baixas, afirmou.

Wang acredita que a redução nos juros poderá estimular o crédito imobiliário, mas terá pouco impacto sobre a produção industrial. "Diante da fraca demanda e excesso de capacidade, as corporações devem permanecer cautelosas", escreveu a economista.

Maior exportador do mundo, com uma fatia de 10% das vendas globais, a China sofre as consequências do tsunami que atinge a Europa, principal destino de suas vendas.

Na quinta-feira, o vice-primeiro-ministro Wang Qishan disse que o país terá dificuldades para atingir a meta de expansão de 10% do seu fluxo de comércio em 2012. No ano passado, a soma das exportações e importações chinesas foi de US$ 3,64 trilhões, alta de 22,5% em relação a 2010.

Lu Zhengwei, economista do Societé Generale, lembrou que as exportações líquidas tiveram impacto negativo de 0,8% no resultado do PIB do primeiro trimestre e continuarão a puxar os números para baixo.

Em sua avaliação, o corte dos juros anunciado vai ter impacto positivo na medida em que reduzirá o custo de financiamento das empresas. Lu espera que a economia reaja no segundo semestre, quando deverão estar em andamento projetos de infraestrutura que o governo passou a aprovar em ritmo acelerado a partir de maio.

Na opinião de Wang Tao, do UBS, o governo decidiu cortar os juros em razão de indicadores fracos sobre a economia em junho - os dados sairão esta semana - e da baixa expansão do crédito. Segundo ela, o volume de novos empréstimos em junho foi de 820 bilhões de yuans (US$ 129 bilhões), inferior à expectativa do mercado de até 1 trilhão.

D**g Tao, do Credit Suisse, aponta ainda para o fato de que o anúncio do governo em maio de que iria acelerar projetos de infraestrutura não surtiu o efeito desejado. "Dados iniciais indicam que o estímulo falhou em reanimar a economia.".

Fonte: O Estado de São Paulo(09/07/2012)

Importação de partes e peças de calçados da China será sobretaxada.Brasília (4 de julho) -  Foi publicada hoje, no Diári...
06/07/2012

Importação de partes e peças de calçados da China será sobretaxada.

Brasília (4 de julho) - Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução Camex n° 42/2012 que estende a aplicação do direito antidumping às importações brasileiras de calçados originárias da China para as partes e peças de calçados – cabedais (parte superior) e solas, classificadas nos códigos 6406.10.00 e 6406.20.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) – da mesma origem.

Com a decisão, será cobrada uma sobretaxa às importações chinesas dessas partes e peças na forma de alíquota ad valorem de 182%. A medida, destinada a combater a circunvenção de direitos antidumping vigentes, foi aprovada na reunião do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio exterior (Camex) realizada ontem.

Desde 2010, o Brasil já aplica o direito antidumping definitivo para as importações de calçados da China, com sobretaxa de US$ 13,85 por par, conforme definido na Resolução Camex n°14/2010. A investigação para estender o antidumping às importações de partes e peças chinesas foi iniciada, posteriormente, em outubro de 2011, a pedido da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Após nove meses de trabalho, o Departamento de Defesa Comercial (Decom) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) verificou alterações nos fluxos de importações brasileiras de partes e peças de calçados originárias da China com o objetivo de frustrar o direito antidumping aplicado anteriormente.

Foi constatado que houve importação dessas partes e peças para confecção de calçados no Brasil em que essas representaram mais de 60% da matéria-prima utilizada na fabricação dos calçados. Além disso, o valor agregado no processo de industrialização foi inferior a 25%.

Conforme a petição da Abicalçados, o Decom também investigou a importação brasileira de calçados originários da Indonésia e do Vietnã produzidos com partes e peças provenientes da China. Entretanto, não foram encontrados indícios de que esse fluxo comercial visava frustrar a aplicação do direito antidumping existente. Na investigação, 55 empresas desses países asiáticos responderam aos questionários do Decom e ainda houve averiguações in loco em dez empresas (cinco de cada país).

Essa é a segunda medida anticircunvenção aplicada pelo Brasil. A primeira entrou em vigor em fevereiro deste ano e estendeu a aplicação de direito antidumping às importações de cobertores de fibras sintéticas originários do Paraguai e Uruguai, classificados no item 6301.40.00 da NCM, conforme estabelecido pela Resolução Camex n° 12/2012. Essa mercadoria já era sobretaxada quando originária da China, de acordo com a Resolução Camex n° 23/2010.

03/07/2012

O dólar comercial fechou ontem abaixo de R$ 2 pela primeira vez desde 29 de maio. A moeda encerrou o dia a R$ 1,987 para venda, em queda de 1,14%.

29/06/2012

Estudo mostra que só produto importado ganha mercado em 2012.

Depois de atender a todo o crescimento do consumo doméstico de bens industriais em 2011 - em uma parcela crescente de participação no mercado interno -, as importações estão indo ainda mais longe em 2012.

Balança comercial: déficit de US$119 mi no final de junhoEntre 18 e 24 de junho, com cinco dias úteis, as exportações to...
25/06/2012

Balança comercial: déficit de US$119 mi no final de junho
Entre 18 e 24 de junho, com cinco dias úteis, as exportações totalizaram 4,075 bilhões de dólares e as importações, 4,194 bilhões de dólares

Brasil perde importância na siderurgia internacional!O novo eixo da produção de aço no mundo será a Ásia. Os Estados Uni...
22/06/2012

Brasil perde importância na siderurgia internacional!

O novo eixo da produção de aço no mundo será a Ásia. Os Estados Unidos e a Europa deixaram de ser protagonistas nesse setor e o Brasil, devido ao impacto crescente de sua matriz de custos, perdeu a competitividade para ser um grande "player" global.

21/06/2012

Sindifisco: no Porto de Santos o desembaraço ficará totalmente retido duas vezes por semana.

Os Auditores-Fiscais do Porto de Santos decidiram na quarta-feira (20/6) que o desembaraço da unidade ficará totalmente paralisado dois dias por semana e, nos outros três, será realizada operação-padrão. A decisão foi tomada durante a reunião em que o presidente do Sindifisco Nacional, Pedro Delarue, participou para discutir estratégias de continuidade do movimento reivindicatório na unidade. Segundo informaram os participantes, a adesão ao movimento conta com 100% da Classe.

A reunião teve paticipação expressiva e contou com a presença do presidente da DS (Delegacia Sindical) São Paulo, Rubens Nakano; e do presidente da DS/Santos, Elias Carneiro Júnior.

Até a quarta-feira, o desembaraço no Porto de Santos estava totalmente represado. Há informações de que de cerca 180 DI (Declarações de Importação) em canal vermelho e amarelo nos dois primerios dias de mobilização, somente oito foram desembaraçadas.

18/06/2012

Exportações caem 10% em junho até terceira semana.

Enquanto as importações registram um crescimento de 9% até a terceira semana de junho, em relação à média diária de junho de 2011, as exportações tiveram uma queda de 10,8%, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgados nesta segunda-feira (18).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de junho foi de US$ 999,6 milhões, ante US$ 917,1 milhões no mesmo período do ano passado. Os dados refletem o aumento, principalmente, das compras brasileiras no exterior com combustíveis e lubrificantes (+34,5%), aeronaves e partes (+33,7%), siderúrgicos (+23,9%), adubos e fertilizantes (+22,6%), farmacêuticos (+16,4%) e equipamentos mecânicos (+9,8%).

Nas exportações, a média diária até a terceira semana foi de US$ 1,006 bilhão, abaixo dos US$ 1,128 bilhão registrados em junho de 2011. Houve queda nas três categorias de produtos. Nos semimanufaturados, a redução foi de 19,7%, em função da diminuição dos embarques de ouro em forma semimanufaturada, açúcar em bruto, óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro e aço e ferro-ligas. As vendas externas de manufaturados caíram 17,8%, em razão de óleos combustíveis, açúcar refinado, veículos de carga, tratores, motores para veículos, automóveis e suco de laranja. Nos básicos, a queda foi de 3,6%, puxada, principalmente, de petróleo, trigo em grão, café em grão, carne de suína, de frango e bovina, minério de ferro, fumo em folhas e farelo de soja.

15/06/2012

Depois de três altas seguidas e ganho acumulado de 2,4%, o dólar fechou a quinta-feira em baixa. A moeda americana caiu 0,68%, para R$ 2,058.

O dólar comercial completou o terceiro pregão seguido de alta. A moeda americana subiu 0,34% e fechou a R$ 2,072. No mer...
14/06/2012

O dólar comercial completou o terceiro pregão seguido de alta. A moeda americana subiu 0,34% e fechou a R$ 2,072. No mercado futuro, o contrato para julho ganhou 0,16%, a R$ 2,079.

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