07/04/2026
Trecho da reportagem do Fantástico sobre abandono paterno. Quando um pai se ausenta, não é só uma presença que falta — é um vínculo que se rompe.
O abandono paterno deixa marcas profundas, silenciosas, que acompanham o filho por toda a vida. Não é apenas uma ausência física, mas afetiva, emocional e, muitas vezes, também material.
Mas é importante dizer: mãe, você é suficiente.
Você que permanece, que sustenta, que acolhe, que luta todos os dias… você é presença, é base, é amor em forma de resistência.
E juridicamente, o abandono paterno não é apenas uma dor — pode ser também uma violação de dever legal.
A Constituição Federal e o Código Civil estabelecem o dever de cuidado, assistência e convivência. Quando há omissão injustificada, é possível, inclusive, o reconhecimento de dano moral e o direito à indenização.
Porque amar também é um dever.
E a ausência, quando fere, também gera responsabilidade.