04/06/2026
Revolta é pouco para o que eu estou sentindo agora.
A sentença da juíza concedendo perdão judicial a Monique Medeiros pelo homicídio do menino Henry Borel, alegando um suposto "preconceito de gênero", é um escárnio e deve ser reformada com urgência em 2ª instância.
Não posso afirmar sobre a intenção da juíza, mas a redação da sentença, carregada de platitudes e clichês do identitarismo woke, passa a impressão de que a juíza achou que estava abalando e que seria aplaudida pela imprensa e pela sociedade por ser tão evoluída e progressista.
Desconfio que o efeito será o contrário: revolta e indignação da sociedade por conceder perdão judicial a uma mãe que foi omissa, negligente e indiferente enquanto Henry Borel era espancado e torturado física e psicologicamente pelo padrasto.
Segundo os autos do processo, a babá do menino já havia alertado Monique várias vezes de situações estranhas envolvendo Jairinho e Henry e que indicavam claros maus-tratos.
Qualquer mãe ou pai amorosos e em perfeito juízo teriam feito de tudo para tirar seu filho dessa situação e responsabilizar o agressor.
Henry Borel chegou ao hospital sem vida, com pelo menos 23 lesões por ação violenta e um fígado rompido por conta de uma forte pancada. Morreu de uma hemorragia interna e laceração hepática.
Mas para a juíza do caso, Monique Medeiros merece ser perdoada judicialmente porque ela sofreu "discriminação de gênero" influenciada pela "cultura patriarcal" e que não se pode exigir dela ser uma "mãe perfeita".
Não, minha senhora, Monique Medeiros sofreu uma justa indignação da sociedade por NÃO FAZER o que se espera de qualquer adulto, não ap***s de uma mãe ou de um pai, quando vê uma criança em situação de maus-tratos: intervir diretamente e acionar as autoridades.
A mensagem que essa juíza envia ao Brasil todo é que mães em todo o país podem ser omissas e negligentes com seus próprios filhos, afinal, não se pode exigir que sejam "mães perfeitas" e qualquer falha delas é culpa do preconceito de gênero por serem mulheres.
Esse caso absurdo é mais um exemplo de como o identitarismo woke e a leniência com criminosos de toda sorte está relativizando os valores morais da nossa sociedade e jogando nossa civilização em um abismo sem fundo.
Espero sinceramente que essa decisão irresponsável e odiosa seja revertida e que Justiça seja feita para Henry, seu pai e familiares. Que Deus abençoe e conforte essa família.