Pacificar

Pacificar Especializada em Mediação de Conflitos e outros métodos consensuais, auxilia a superar as dificuldades de comunicação e relacionamentos.

Os conflitos fazem parte da vida. Diante deles, temos algumas escolhas que podem fazer grande diferença nos resultados q...
24/01/2017

Os conflitos fazem parte da vida. Diante deles, temos algumas escolhas que podem fazer grande diferença nos resultados que colhemos. Confira aqui 5 dicas que selecionamos para que você administre a falta de consenso de modo menos traumático e obtenha caminhos positivos na resolução de seus conflitos.


1- O conflito é uma oportunidade. Quando surge um conflito, em geral nos sentimos incomodados, mas poucos sabem que na verdade estamos diante de uma oportunidade de crescimento e transformação, sobretudo se pudermos utilizar as ferramentas adequadas para uma solução pacífica.


2- Nem todo conflito precisa ir para a esfera judicial. Conflitos mal administrados podem levar a disputas judiciais desnecessárias, que por sua vez podem ser evitadas recorrendo a formas adequadas de resolução de conflitos. Entre elas estão a conciliação e a mediação, que são técnicas – regulamentadas por Lei – que permitem que as partes interessadas construam a sua própria solução, com o auxílio de um terceiro, que facilitará a comunicação.


3- Comunique-se de forma clara e pacífica. Muitas vezes o conflito é deflagrado pelo uso de linguagem agressiva ou pelo tom de voz alterado dos interlocutores. Por isso, é importante saber que existem formas de comunicação mais eficazes, nas quais são utilizadas expressões neutras e discurso empático.


4- Empatia é fundamental. Conflitos podem trazer muita dor de cabeça, gerando desgaste emocional e perda de tempo, sem falar nos prejuízos financeiros. Na busca pelo consenso, uma boa opção é nos colocarmos no lugar do outro, pois assim teremos uma melhor compreensão das necessidades das pessoas envolvidas no impasse.


5- Quem cala consente? Não necessariamente! O silêncio é um grande aliado das soluções de conflitos e também consiste em uma forma eficaz de comunicação. O silêncio oportuniza a escuta, bem como a expressão corporal, sendo possível captar inúmeras informações. Assim, o silêncio nem sempre implica em concordância!

Suzana Viegas
- Advogada e Mediadora -
Equipe Pacificar

Você gostou deste texto? Compartilhe com seus amigos em suas redes sociais.

– 3 dicas para viver bem o diálogo –Ao passarmos por conflitos e dificuldades de relacionamento, é comum dizermos que “o...
18/01/2017

– 3 dicas para viver bem o diálogo –

Ao passarmos por conflitos e dificuldades de relacionamento, é comum dizermos que “o diálogo teria sido a melhor saída” ou “o que nos faltou foi diálogo” ou ainda “o que houve foi por uma falha na comunicação”. Entretanto, quando estamos envolvidos em situações de divergência e antagonismo, acabamos contribuindo para a falta de diálogo e aumentamos o abismo que nos separa dos outros. Seguem abaixo algumas dicas para estabelecer e manter um bom diálogo.

1. Ouça com atenção. Todos gostamos de ser ouvidos com atenção, não é mesmo? Em vez de competir pelo direito de ser ouvido, dê o exemplo e escute atentamente, buscando compreender o que é importante para o outro. Com isso, o outro terá mais incentivo para lhe ouvir também. Mantenha contato visual e evite interrupções.

2. Tire a prova: será que eu entendi direito? Após ouvir atentamente o outro, é interessante verificar a compreensão do que foi dito. O que a pessoa quis dizer pode ser bem diferente do que foi compreendido por você. Não é culpa de ninguém! É natural haver mal entendidos durante a comunicação. Fazer um pequeno resumo e perguntar se está adequado com o que o outro quis dizer pode ajudar muito. A ideia é expressar o que você ouviu/compreendeu do que foi dito pelo outro e deixar o outro corrigir eventual divergência de entendimento. A intenção não é confrontar o outro e nem ser sarcástico. Busque iniciar com “Pelo que entendi do que você me falou…” perceba que não é uma afirmação categórica do que o outro disse, apenas uma verificação. Você vai ver que a conversa fluirá melhor após a confirmação do entendimento.

3. Avalie as motivações do seu ponto e siga em frente. Agora que você compreende melhor o outro e ele sabe disso, chega o momento de expressar o que é importante para você e contribuir para o enriquecimento do diálogo. Qual o propósito do diálogo? Se é realmente um diálogo, nenhuma das partes sairá igual, cada um terá aprendido sobre a perspectiva do outro e algo novo surgirá da interação das partes. A sua perspectiva é muito importante para o diálogo e, se houver algo mais a ser decidido, suas necessidades são tão importantes quanto as do outro. Compartilhe quais foram os impactos das ações ou falas do outro em você e suas necessidades relativas ao tema. Fale de si e não do outro quando quiser defender seus interesses e necessidades, evitando que sua fala possa ser percebida como um ataque. Termine sua fala e, se quiser verificar se foi compreendido, pergunte o que o outro compreendeu do que você falou.

Espera-se que o diálogo flua naturalmente sem que haja necessidade de se seguir um roteiro de como dialogar. Nossas dicas são apenas para nos lembrar de que são necessários ao menos dois interlocutores para se ter um diálogo e que cada um tem sua parcela de contribuição e influência na interação.

Gostou? Compartilhe!

Vladimir da Matta
Mediador e Facilitador de Diálogos
– Equipe Pacificar –

Percepção do conflitoO “ato de perceber” é um facilitador tanto no contexto profissional como nas relações interpessoais...
17/08/2016

Percepção do conflito

O “ato de perceber” é um facilitador tanto no contexto profissional como nas relações interpessoais, especialmente na busca pela resolução de conflitos por meio do consenso. Diante de um contexto cheio de interpretações, a percepção pode ser uma oportunidade de possibilidades, um meio de oferecer e testar hipóteses.

As experiências vivenciadas criam diferentes expectativas e motivos, o que podemos considerar, no contexto de mediação, diversidade de interesses, de sentimentos e de emoções. De acordo com a psicóloga Linda L. Davidoff, a percepção depende do ponto de vista da pessoa. Na mediação, esse ponto seria posição. O posicionamento é também denominado interesse aparente, geralmente externalizado, declarado como desejo imediato.

Você pode se perceber posicionado diante de um conflito, por exemplo, quando declara que “nunca mais comprará em determinada loja”. Nesse caso, seu interesse real é o de ser bem atendido, ser respeitado. Se esse interesse for atendido, você poderá sair da posição inicial e repensar a decisão anterior de não mais ser cliente da loja. O interesse real é, portanto, o verdadeiro; aquilo que você, diante de uma situação de conflito, de fato deseja, mas geralmente, internaliza.

Para favorecer a comunicação entre as partes, é necessário perceber o ponto de equilíbrio da relação, ceder e flexibilizar posições. É fundamental para a decisão consensual o respeito à diversidade de percepções e a diferenciação de interesses, tanto no contexto formal de mediação quanto na esfera de auto-percepção para, possivelmente, promover e facilitar consensos e gerar pacificação social.

E você, tem se posicionado diante de situações de conflito ou tem buscado seus reais interesses?

Valéria Avelar Mendes Braz
Pisicóloga, mediadora e facilitadora de diálogos
Pacificar - Construção de Consenso

No dia 11 de agosto, quando se comemora o dia do advogado, a Pacificar presta a sua homenagem a esse importante profissi...
11/08/2016

No dia 11 de agosto, quando se comemora o dia do advogado, a Pacificar presta a sua homenagem a esse importante profissional indispensável para a administração da justiça.
Parabéns!

---

Marque seus amigos advogados e participe dessa homenagem conosco!

A Lei de Mediação traz a vantagem da segurança jurídica para estes acordos, pois dispõe sobre regras e critérios bem def...
21/07/2016

A Lei de Mediação traz a vantagem da segurança jurídica para estes acordos, pois dispõe sobre regras e critérios bem definidos. Eles podem ser homologados por um juiz e, em caso de não cumprimento, podem ser executados judicialmente, ou seja, têm o mesmo efeito de uma sentença. Outro ponto importante é que o acordo não é uma imposição externa, sendo construído pelos próprios interessados, gerando um maior comprometimento no cumprimento do acordado.

Entre em contato conosco!
[email protected]

"A Comunicação Não-Violenta nos mostra não só como nos conectarmos com nossas necessidades, mas também como ouvir o que ...
19/07/2016

"A Comunicação Não-Violenta nos mostra não só como nos conectarmos com nossas necessidades, mas também como ouvir o que está por trás daquilo que os outros falam, independentemente da maneira como se expressem. O foco de atenção está nas necessidades humanas. Minha experiência demonstra que, ao mantermos contato empático com nossas necessidades e com as dos outros, estamos no caminho de resolver conflitos de forma a satisfazer todos os envolvidos.”

Dr. Marshall Rosenberg

Segundo a Lei de Mediação, qualquer tipo de conflito que envolva direitos disponíveis, inclusive da Administração Públic...
14/07/2016

Segundo a Lei de Mediação, qualquer tipo de conflito que envolva direitos disponíveis, inclusive da Administração Pública. Consumidores, empresas, causas que envolvam prestação de serviço, empresários que disputem determinados tipos de acordo ou contratos, pessoas que moram juntas ou mantenham algum tipo de relacionamento. Apenas casos que tratarem de filiação, adoção, poder familiar, invalidade de matrimônio, interdição, recuperação judicial ou falência, ficam de fora.

Que tal nos empenharmos na construção de um novo continente?
13/07/2016

Que tal nos empenharmos na construção de um novo continente?

Projetos de Extensão em ambiente universitário. Planejando...
09/07/2016

Projetos de Extensão em ambiente universitário. Planejando...

Encerramos a semana certificando um grupo de colaboradores do Banco do Brasil. Mais um passo na construção da cultura de...
25/06/2016

Encerramos a semana certificando um grupo de colaboradores do Banco do Brasil. Mais um passo na construção da cultura de paz dentro das organizações. Uma das perspectivas mais animadoras para nós, Equipe Pacificar, é saber que dedicamos trabalho, empenho e carinho em um projeto que transforma a vida das pessoas!

Endereço

Brasília, DF
70.070-120

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Pacificar posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Pacificar:

Compartilhar