Juliana de Lucena

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19/05/2026

O cérebro da criança aprende o tempo todo: br**cando, observando, repetindo, interagindo. 💛
Nos primeiros anos de vida, a neuroplasticidade está no auge. Isso significa que cada experiência ajuda o cérebro a criar e fortalecer conexões importantes para linguagem, comportamento, aprendizagem e regulação emocional.

É por isso que presença importa tanto. Conversas, leitura, br**cadeiras e experiências reais estimulam o cérebro de forma muito mais rica do que estímulos passivos.

Não é sobre transformar a infância em treinamento. É sobre entender que vínculo, interação e participação têm impacto real no desenvolvimento cerebral.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

10/05/2026

Esse caminho nem sempre é leve e você sabe disso. 💛
Ser mãe de uma criança que precisa de mais cuidado, mais atenção, mais respostas… cansa. Cansa o corpo, a mente e o coração. E mesmo assim, você continua. Presente, tentando, aprendendo, recomeçando todos os dias.

Eu vejo isso de perto. Vejo o esforço, a dedicação e o quanto você se cobra para dar conta de tudo.
Hoje, eu só quero te lembrar: você não está exagerando no cansaço. E tudo o que você faz tem valor.

Feliz Dia das Mães, especialmente para quem cuida mesmo quando está no limite.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

08/05/2026

Com 2 anos, a linguagem vai muito além das palavras. 💛

Nessa fase, o mais importante é observar se a criança tenta se comunicar: aponta para mostrar algo, compartilha interesses, entende pedidos simples, br**ca de faz de conta e busca interação com quem está por perto.

A fala é só uma parte do desenvolvimento, por isso, quando o atraso na linguagem vem junto com pouco interesse social, ausência de atenção compartilhada ou br**cadeiras muito repetitivas, vale investigar com mais atenção.

Nem todo atraso de fala segue o mesmo caminho e olhar cedo faz diferença no cuidado e no desenvolvimento da criança.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

01/05/2026

Com 6 meses, o desenvolvimento do bebê já dá sinais importantes sobre como o cérebro está se organizando. 💛

Nessa fase, esperamos ver interação: acompanhar o olhar, reagir à voz, sorrir de volta, tentar “conversar” com sons e buscar conexão com quem cuida.

São comportamentos simples, mas essenciais. Eles mostram que o sistema social do cérebro está em construção.

Se esses sinais estão ausentes ou muito inconsistentes, não é motivo de pânico… mas é um sinal de que vale observar mais de perto e, se necessário, investigar.

Salve esse post para acompanhar o desenvolvimento do seu bebê e no próximo episódio, vamos falar sobre 1 ano de vida.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

29/04/2026

Nem toda criança “difícil para comer” está apenas em uma fase. 💛

Existe uma diferença importante entre seletividade alimentar comum e o ARFID, um transtorno alimentar restritivo que vai além da preferência.

Quando a recusa acontece antes mesmo de experimentar, quando o número de alimentos diminui com o tempo ou quando a alimentação começa a impactar o desenvolvimento e a rotina da família, é sinal de alerta.

ARFID não melhora sozinho com o tempo e insistir nas mesmas estratégias pode aumentar ainda mais a resistência.

Se você reconheceu esses sinais no seu filho, vale investigar. Entender o que está por trás muda completamente o cuidado.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

27/04/2026

Receber um laudo não é o fim do processo, é o começo. 💛

O diagnóstico ajuda a entender o que a criança tem, mas não diz sozinho como ela deve ser acompanhada na escola. Sem orientação prática, o laudo vira só um papel… e a criança continua sem o suporte que precisa no dia a dia.

É aqui que entra o acompanhamento médico: traduzir o diagnóstico em estratégias reais, adaptações, forma de avaliação, manejo de comportamento e redução de sobrecargas.

A escola não precisa saber tudo sozinha, mas precisa ser orientada e aplicar o que foi indicado.
Se seu filho já tem laudo, mas a inclusão ainda não está acontecendo na prática, é hora de ajustar esse caminho.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

08/04/2026

Dar autonomia não é deixar a criança sozinha, é ensinar, acompanhar e, aos poucos, confiar. 💛
Quando o adulto faz tudo pela criança, ela não desenvolve segurança para tentar. Mas quando orienta, divide em pequenos passos e permite o erro, o cérebro aprende e a confiança cresce junto.
Autonomia se constrói no dia a dia: nas pequenas escolhas, nas tentativas, nos erros e nos acertos.

E quanto mais segura a criança se sente, mais capaz ela se torna.
Cuidar também é preparar para o mundo.
Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

02/04/2026

Conscientizar é o primeiro passo para incluir. 🩷

O autismo não é uma forma “errada” de ser, é uma forma diferente de perceber, sentir e se relacionar com o mundo.

E cada criança dentro do espectro é única, com suas habilidades, desafios e formas próprias de se expressar.

Mais do que informação, precisamos de empatia, respeito e um olhar atento para oferecer o suporte certo, no tempo certo.

Hoje é dia de ampliar a compreensão e reforçar que inclusão se constrói todos os dias.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

23/03/2026

Crianças e adolescentes nem sempre sabem dizer que estão sofrendo, mas o comportamento mostra.

Mudanças no humor, no sono, no apetite, queda no rendimento, isolamento ou falas negativas sobre si mesmos são sinais que merecem atenção. Em crianças menores, o sofrimento pode aparecer no corpo: dores frequentes, regressões, choro fácil ou medo excessivo.

Falar sobre saúde mental não incentiva, protege.
O diálogo abre espaço para acolhimento, reduz o medo e ajuda a criança a não carregar tudo sozinha. 💛

Se você percebeu mudanças que chamaram atenção, não ignore.
Buscar orientação é um ato de cuidado.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

16/03/2026

Algumas epilepsias da infância exigem atenção imediata, e reconhecer os sinais cedo pode mudar completamente o desfecho. 💛

A síndrome de Dravet costuma surgir no primeiro ano de vida, com crises prolongadas que muitas vezes aparecem após febre. Já a síndrome de West se manifesta pelos espasmos infantis, movimentos rápidos em série que podem ser confundidos com susto ou cólica.

O ponto mais importante é o tempo. Essas síndromes têm protocolos específicos de investigação e tratamento, e o diagnóstico precoce ajuda a proteger o desenvolvimento da criança.

Se você percebe crises diferentes, espasmos repetidos ou episódios que fogem do padrão, procure avaliação especializada.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

11/03/2026

Se seu filho reage “forte demais” a barulhos, texturas ou ambientes movimentados, pode não ser mania, pode ser uma questão sensorial. 💛

O transtorno sensorial acontece quando o cérebro tem dificuldade para organizar estímulos. Isso pode aparecer como incômodo intenso com sons e roupas, seletividade alimentar ou necessidade constante de movimento.

Identificar cedo é importante, porque isso impacta comportamento, aprendizagem e convivência. Com orientação adequada, é possível aliviar o sofrimento e melhorar a rotina da criança.

Dra. Juliana Lucena
CRM-PE 17751 | RQE 1449 | RQE 3528

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Telefone

34161098

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